O professor de dança Eduardo Alves, de 29 anos, está desaparecido desde o último domingo (04), após sair para um encontro marcado por aplicativo na cidade de Cabo Frio (RJ). O dançarino, que leciona dança de salão em Osasco, na Grande São Paulo, passava férias com amigos no município fluminense desde o dia 28 de dezembro.
De acordo com familiares, Eduardo foi visto pela última vez quando deixou o local onde estava hospedado para se reunir com uma pessoa conhecida pelo app. Um primo relatou que o professor mantinha contato regular com o grupo de amigos, mas parou de responder mensagens logo após o horário combinado para o encontro.
Investigação é transferida para Cabo Frio
Em nota oficial, a Polícia Civil do Rio de Janeiro informou que o registro inicial foi feito no 14º DP (Leblon), mas o procedimento acabou encaminhado ao 126º DP (Cabo Frio), responsável pela área do desaparecimento. Segundo a corporação, “agentes realizam diligências para apurar os fatos”, incluindo análise de imagens de câmeras e levantamento de dados do aplicativo utilizado pela vítima.
Além da carreira artística, Eduardo também atua como analista financeiro, possui formação técnica em contabilidade e cursava disciplinas para se tornar cientista de dados. Pessoas próximas destacam que ele tinha rotina organizada e diversos planos profissionais para 2026, o que aumenta a preocupação com um possível crime.
Família mobiliza redes e pede informações
Parentes e amigos iniciaram uma campanha nas redes sociais para ampliar o alcance das buscas, divulgando fotos e características físicas do professor. A família viajou de São Paulo para o Rio de Janeiro e acompanha presencialmente o trabalho policial, solicitando prioridade nas investigações e apoio de testemunhas que possam ter visto a movimentação no domingo.
Especialistas em segurança alertam para riscos de encontros combinados por apps e recomendam que usuários compartilhem localização e informações prévias com pessoas de confiança. Qualquer dado sobre Eduardo Alves pode ser repassado ao 126º DP ou pelo telefone do Disque-Denúncia, auxiliando na elucidação do caso que comove Cabo Frio e Osasco.








