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Repensar Macaé debate BR-101 e ferrovia Rio-Vitória com deputado federal

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Durante reunião de entidades empresariais de Macaé com o deputado federal Christino Áureo (PP-RJ) nesta segunda (17), o término da duplicação da BR-101 e a Estrada de Ferro Rio-Vitória foram pautas debatidas. Atualmente, a rodovia é uma das principais formas de chegada à cidade, enquanto a ferrovia poderá consolidar o município como o hub central de logística da região.

“A ferrovia consolidaria a logística da cidade. Assim como o Aeroporto, como a BR-101, a Estrada de Ferro é um complemento extremamente valioso, uma vez que a logística vai servir as empresas já existentes na região e a chegada de produtos e insumos de outras regiões. Estaremos integrando a cidade pela malha de ferro ao restante do país”, acredita Adail Costa Junior, presidente da Associação Macaense de Contabilistas (Amacon).

Na visão de José Eduardo Carramenha, Coordenador Geral das Termoelétricas e Porto, a implementação da ferrovia em Macaé poderá contribuir com que um processo de industrialização se dê na cidade. “A partir do momento que tenhamos o TEPOR e as rotas de gás chegando à Macaé, vamos ter um grande processo de industrialização e uma ferrovia é de fundamental necessidade para escoamento dos produtos produzidos nas indústrias”, analisou.

“O transporte de mercadorias em grandes volumes por ferrovia é disparado o mais barato que existe. Ter uma ferrovia chegando à Macaé passa a ser mais um ponto de viabilização da implementação desse complexo industrial no nosso município. A gente passa a ter o escoamento das mercadorias produzidas por essa ferrovia”, pontuou Carramenha.

Na visão do coordenador, a ferrovia poderá ligar a cidade não só a outras regiões do Rio de Janeiro, mas também aos outros estados do Sudeste. “Ter uma ferrovia que consiga chegar a outros estados, como São Paulo, Minas, Espírito Santo, é fundamental para o futuro da indústria do gás em Macaé”, completou.

Para Gualter Scheles, coordenador da Comissão Municipal da Firjan em Macaé, uma nova legislação para o setor ferroviário é algo a se discutir.

“Pelo o que o deputado deixou claro, seria interessante até mesmo um novo marco legal do setor ferroviário, a exemplo do que aconteceu com o gás. Deveria haver um avanço nessa legislação. A ferrovia é fundamental, seria importantíssimo para escoar a produção”, pontuou.

BR-101 – Soluções à possível renúncia da concessão pela Arteris Fluminense também foram debatidas durante a reunião. A concessionária que administra a via no trecho que liga a cidade de Niterói até Campos dos Goytacazes, fazendo divisa com o estado do Espírito Santo.

“O deputado nos apresentou uma proposta de uma comissão que faça uma análise efetiva do contrato de concessão com a Arteris para operação da BR-101 e também de promover as obras de duplicação da estrada”, comentou Carramenha.

A Arteris Fluminense vem manifestando, desde 2018, a intenção de devolver a concessão ao Governo Federal. Em 2020, ela iniciou o processo, junto a União, de rompimento de contrato. Gualter comentou a posição do deputado Christino Áureo em relação ao assunto.

“Ele entende que o ideal é que a concessão seja mantida já que abrir uma nova concessão, a seleção da empresa. Isso demanda tempo e, podendo haver um acordo entre o governo e a Arteris, melhor”, analisou o coordenador da Firjan Macaé.

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